Me disseste que teu chão foi arrancado de teus pés.
Mas fui eu quem foi soterrada.
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Ja não há mais lágrimas a cair,
Agora é só o silêncio do deserto em mim,
Onde ecoam todas as suas mentiras,
E tudo é vazio.
O que em tudo isso existiu? Bem pouco. Talvez, verdadeiramente nada.
Todos os sonhos despedaçados nos ecos na sua covardia.
Se diz-me que foi amor?
O amor constrói, e só vi destruição.
Agora é só o silêncio do deserto em mim,
Onde ecoam todas as suas mentiras,
E tudo é vazio.
O que em tudo isso existiu? Bem pouco. Talvez, verdadeiramente nada.
Todos os sonhos despedaçados nos ecos na sua covardia.
Se diz-me que foi amor?
O amor constrói, e só vi destruição.
quarta-feira, 26 de julho de 2017
terça-feira, 18 de julho de 2017
Em descaminhos
Como chegamos até aqui, sem saída?
Que fizemos daquilo que se dizia amor?
Que fizeram aqueles que diziam amar?
Se nem amor próprio tiveram...
Que fizemos daquilo que se dizia amor?
Que fizeram aqueles que diziam amar?
Se nem amor próprio tiveram...
É essa tristeza que assola minh'a alma.
Sem ter pra onde escapar,
me acua,
me encurrala na quina.
Essa dor grande.
Que é sem saida.
Que terei que enfrentar.
Essa dor que tanto machuca minha alma.
Os sentimentos dilacerados,
depois que deles fizeste brinquedo barato.
Os sonhos estraçalhados,
por um gole de fel na esquina.
Os desejos mudos,
Calados a força pelo seu grito.
A vida rouca,
Triste com tanto fim.
Sem ter pra onde escapar,
me acua,
me encurrala na quina.
Essa dor grande.
Que é sem saida.
Que terei que enfrentar.
Essa dor que tanto machuca minha alma.
Os sentimentos dilacerados,
depois que deles fizeste brinquedo barato.
Os sonhos estraçalhados,
por um gole de fel na esquina.
Os desejos mudos,
Calados a força pelo seu grito.
A vida rouca,
Triste com tanto fim.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
deserto em lágrimas
É só uma longa lágrima que cai sem fim,
Que cai,
Cai.
Escorre dos olhos pela face até o fundo do abismo da minha
alma...
Eu que tanto fui sua...
Que tanto te quis...
Aquela pra quem você não mais olha.
Aquela que por outra alguém você trocou.
A lágrima ainda cai,
E cai,
Sem fim.
Como podes querer que eu ainda te deseje?
Como posso querer aquele
que a outra deseja?
Como beijar a boca que tem outro gosto?
E como esquecer?
Se te amar não pode ser apenas gesto mecânico,
Se o amar é de suor, excitação e sentimentos,
E o que eu sinto é uma longa lágrima a cair.
Disso se faz tesão?
Qual o deserto criaste em mim!
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