Angústia que me corrói a alma. O desejo desse nós que se fez quimera e se desfaz pouco a pouco em outras, pingas e pó. A tua ausência e tua incomunicabilidade. A minha desnecessária e tão incomoda companhia em tua vida.
Angústia que corrói saber que minha ausência e meu silêncio se passam tão despercebidos por ti.
Se não mais me desejas, que de uma vez por todas me abandone.
Não se pode mais continuar assim...
sábado, 2 de dezembro de 2017
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
sábado, 26 de agosto de 2017
Em farsa ou tragédia...
E todo aquele sentimento que já era passado se refaz presente.
Tudo de novo; o que ela achou que não iria mais sentir, o que ela entendia que a vida lhe pouparia. Mas não. Viver é muito perigoso. As certezas são apenas doces ilusões de um dia bom. E tudo flui. E as certezas se revelam erros. Os desejos, enganos. As dúvidas, palpites certeiros. E todo aquele sentir trágico novamente se faz no agora e, não poderia não ser, muito mais intensamente a domina. Essa dor de tantas dúvidas, essa saudade que em breve - ela pressente - a invadirá. Tanta angústia que o desprezo carrega. Tanto mais é a angústia que faz o remoer de tanto desamor.
E ele o que deverás sente? Quem desmistifica os anseios e desejos que ele carrega em seu coração? Quem és? Se se perde ou se se acha nesse turbilhão da vida em curso, ora lento, agora veloz, sempre em movimento de quase pausa. Ela não sabe. Não sabe nem de si, que dirá dele.
Tudo de novo; o que ela achou que não iria mais sentir, o que ela entendia que a vida lhe pouparia. Mas não. Viver é muito perigoso. As certezas são apenas doces ilusões de um dia bom. E tudo flui. E as certezas se revelam erros. Os desejos, enganos. As dúvidas, palpites certeiros. E todo aquele sentir trágico novamente se faz no agora e, não poderia não ser, muito mais intensamente a domina. Essa dor de tantas dúvidas, essa saudade que em breve - ela pressente - a invadirá. Tanta angústia que o desprezo carrega. Tanto mais é a angústia que faz o remoer de tanto desamor.
E ele o que deverás sente? Quem desmistifica os anseios e desejos que ele carrega em seu coração? Quem és? Se se perde ou se se acha nesse turbilhão da vida em curso, ora lento, agora veloz, sempre em movimento de quase pausa. Ela não sabe. Não sabe nem de si, que dirá dele.
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
sábado, 5 de agosto de 2017
"Incorremos em vários erros, mas acho que o nosso grande equívoco, o mais irremediável, foi nunca falar sobre eles. A única franqueza possível, aquela que possui a maioria dos casais que diariamente se insulta, amaldiçoa e desfruta por igual de suas etapas de ódio e apaziguamento, foi isso que perdemos. Eles estão constantemente atualizando a imagem do outro, sabem reciprocamente a que se ater, mas nós estamos atrasados, você em relação a mim, eu em relação a você."
Quem de nós. Uma história de amor.
De Mario Benedetti.
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Ja não há mais lágrimas a cair,
Agora é só o silêncio do deserto em mim,
Onde ecoam todas as suas mentiras,
E tudo é vazio.
O que em tudo isso existiu? Bem pouco. Talvez, verdadeiramente nada.
Todos os sonhos despedaçados nos ecos na sua covardia.
Se diz-me que foi amor?
O amor constrói, e só vi destruição.
Agora é só o silêncio do deserto em mim,
Onde ecoam todas as suas mentiras,
E tudo é vazio.
O que em tudo isso existiu? Bem pouco. Talvez, verdadeiramente nada.
Todos os sonhos despedaçados nos ecos na sua covardia.
Se diz-me que foi amor?
O amor constrói, e só vi destruição.
quarta-feira, 26 de julho de 2017
terça-feira, 18 de julho de 2017
Em descaminhos
Como chegamos até aqui, sem saída?
Que fizemos daquilo que se dizia amor?
Que fizeram aqueles que diziam amar?
Se nem amor próprio tiveram...
Que fizemos daquilo que se dizia amor?
Que fizeram aqueles que diziam amar?
Se nem amor próprio tiveram...
É essa tristeza que assola minh'a alma.
Sem ter pra onde escapar,
me acua,
me encurrala na quina.
Essa dor grande.
Que é sem saida.
Que terei que enfrentar.
Essa dor que tanto machuca minha alma.
Os sentimentos dilacerados,
depois que deles fizeste brinquedo barato.
Os sonhos estraçalhados,
por um gole de fel na esquina.
Os desejos mudos,
Calados a força pelo seu grito.
A vida rouca,
Triste com tanto fim.
Sem ter pra onde escapar,
me acua,
me encurrala na quina.
Essa dor grande.
Que é sem saida.
Que terei que enfrentar.
Essa dor que tanto machuca minha alma.
Os sentimentos dilacerados,
depois que deles fizeste brinquedo barato.
Os sonhos estraçalhados,
por um gole de fel na esquina.
Os desejos mudos,
Calados a força pelo seu grito.
A vida rouca,
Triste com tanto fim.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
deserto em lágrimas
É só uma longa lágrima que cai sem fim,
Que cai,
Cai.
Escorre dos olhos pela face até o fundo do abismo da minha
alma...
Eu que tanto fui sua...
Que tanto te quis...
Aquela pra quem você não mais olha.
Aquela que por outra alguém você trocou.
A lágrima ainda cai,
E cai,
Sem fim.
Como podes querer que eu ainda te deseje?
Como posso querer aquele
que a outra deseja?
Como beijar a boca que tem outro gosto?
E como esquecer?
Se te amar não pode ser apenas gesto mecânico,
Se o amar é de suor, excitação e sentimentos,
E o que eu sinto é uma longa lágrima a cair.
Disso se faz tesão?
Qual o deserto criaste em mim!
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