quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sim, ainda surpresa, ainda o velho desconehcido...

.
.
.
.

.
.
.
.

.
.
.
.
.
.
.












Sim, ainda surpresa, ainda me supreende o velho desconhecido...

Mas surpreendentemente, um espanto quase indiferente.

E não me peça coerência, a vida não o é.

.

.

.

.



.
.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

.
.
.
.
.
.
..
Estranhas reminiscências naufragadas no profundo dos meus sentidos, e sentimentos, sob a densa camada da alma e nos recantos da mente.
.
>
>
.
Estranhas reminiscências de cores e sons e gestos, doces, que não queria resgatar, mas não deixava de todo perder-se. Mantinha-as esfumaçadas, já sem formas definidas, para só manter consigo esse estranho incomodo de uma lembrança no corpo, das sensações, que diziam à mente como se diz um dejà vú, não saber já vivido, um incerto como seria sonho, seria... sem ser. Remiscências de outros tempos e certezas; de um tudo que ficou, assim, como entre o lá e cá: esquecimento completo do insignificante e lembrança nítida de um ontem feliz.
Coisas em suspenso, sabe-se lá por até onde e quando.
talvez...
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

.
.
.
É uma desvanecência das forças, dos músculos, dos ossos... essas horas banais e habituais que ecoam toda ausência do desconhecido.
.
--------------------------------------------------------------------
.
.
Inefável. Sem querer achei, como o encontro que não se sabe que deve acontecer, o que quer dizer: o indizível.
O indizível é o conjunto-espaço-tempo em que habitam todos os seres e coisas que inexistem para quem não os sabe nomear, simplesmente porque não os sabe nomear.
Agora eu sei o inefável, e meu mundo encontrou uma outra ausência, a existência de tudo que desconheço.
.
.
.