terça-feira, 6 de abril de 2010




espelho d'alma,



os olhos,

os risos,

os prantos,




e os sonhos!












segunda-feira, 22 de março de 2010

pass(e)ando pela terra da garoa, são paulo

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Cacos, poeira, entulho e um céu nublado, uma chuva fina, uma noite fria, um dia qualquer, uma vida comum. Nada de novo, nenhuma surpresa, um pouco desgosto, um fim de jogo, alguma beleza.
Como um dia qualquer, com restos, lixo, pó, céu sem sol, lua nova, poças d'água, lembranças de sempre e um estranho suspiro. Que seja cada passo, mais um dia.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

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E o que é dançar,
senão deixar-se consumir pela música?
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um oceano...
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toda a paz
e a revolta;
toda a alegria,
amplo horizonte ,
um nublado triste,
o sol e o sal
e a ressaca do mar,
tenho em mim!
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sim, ainda surpresa, ainda o velho desconehcido...

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Sim, ainda surpresa, ainda me supreende o velho desconhecido...

Mas surpreendentemente, um espanto quase indiferente.

E não me peça coerência, a vida não o é.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

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Estranhas reminiscências naufragadas no profundo dos meus sentidos, e sentimentos, sob a densa camada da alma e nos recantos da mente.
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Estranhas reminiscências de cores e sons e gestos, doces, que não queria resgatar, mas não deixava de todo perder-se. Mantinha-as esfumaçadas, já sem formas definidas, para só manter consigo esse estranho incomodo de uma lembrança no corpo, das sensações, que diziam à mente como se diz um dejà vú, não saber já vivido, um incerto como seria sonho, seria... sem ser. Remiscências de outros tempos e certezas; de um tudo que ficou, assim, como entre o lá e cá: esquecimento completo do insignificante e lembrança nítida de um ontem feliz.
Coisas em suspenso, sabe-se lá por até onde e quando.
talvez...
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

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É uma desvanecência das forças, dos músculos, dos ossos... essas horas banais e habituais que ecoam toda ausência do desconhecido.
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Inefável. Sem querer achei, como o encontro que não se sabe que deve acontecer, o que quer dizer: o indizível.
O indizível é o conjunto-espaço-tempo em que habitam todos os seres e coisas que inexistem para quem não os sabe nomear, simplesmente porque não os sabe nomear.
Agora eu sei o inefável, e meu mundo encontrou uma outra ausência, a existência de tudo que desconheço.
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