domingo, 22 de abril de 2007

Em verso musicado

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Eu amo ouvir a tua poesia escrita no papel.
A tua poesia escrita no papel me grita pra viver, e aí eu te amo.

Foi antes de antes de ontem que ainda nem te conhecia, e sem querer ouvi você me gritar a sua doçura em forma de verso musicado.
Uma doçura bruta e leve, sutilmente marcada pela sua coragem de amar.
A sua virilidade de homem me atrai, mas a sua coragem de assumir um amor mais humano tão mais me seduz.

A palavra dança se a canto! vai..., vai solta e quase pode se perder, se não a seguro numa nota mal afinada.
Já tinha acabado a chuva, o dia em que eu te vi: tudo já estava limpo e as palavras puderam dançar num frescor quase colorido!
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