segunda-feira, 16 de novembro de 2009

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Estranhas reminiscências naufragadas no profundo dos meus sentidos, e sentimentos, sob a densa camada da alma e nos recantos da mente.
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Estranhas reminiscências de cores e sons e gestos, doces, que não queria resgatar, mas não deixava de todo perder-se. Mantinha-as esfumaçadas, já sem formas definidas, para só manter consigo esse estranho incomodo de uma lembrança no corpo, das sensações, que diziam à mente como se diz um dejà vú, não saber já vivido, um incerto como seria sonho, seria... sem ser. Remiscências de outros tempos e certezas; de um tudo que ficou, assim, como entre o lá e cá: esquecimento completo do insignificante e lembrança nítida de um ontem feliz.
Coisas em suspenso, sabe-se lá por até onde e quando.
talvez...
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