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acabei de ver,
aqui da minha janela,
a estrela cair!
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
domingo, 9 de março de 2008
individuação
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Em hemorragia.
É o d’um mundo a outro: entre a morte e a vida.
Finda a coragem de suportá-la, nada mais será....
Porque é longa e lenta a preparação da larva para abandonar seu casulo; monstruosa sua coragem e soberba sua luta para suportar a ferida que irrompe em si mesma, mas sem a qual jamais se poderá sentir, plenamente sendo ser, a sua liberdade.
E tudo isso, detalhe na enormidade de um jardim, o quase despercebido.
A grandeza é seguir, apesar da aparente insignificância que a enorme dor e coragem de prosseguir ocupam na superfície das coisas.
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Em hemorragia.
É o d’um mundo a outro: entre a morte e a vida.
Finda a coragem de suportá-la, nada mais será....
Porque é longa e lenta a preparação da larva para abandonar seu casulo; monstruosa sua coragem e soberba sua luta para suportar a ferida que irrompe em si mesma, mas sem a qual jamais se poderá sentir, plenamente sendo ser, a sua liberdade.
E tudo isso, detalhe na enormidade de um jardim, o quase despercebido.
A grandeza é seguir, apesar da aparente insignificância que a enorme dor e coragem de prosseguir ocupam na superfície das coisas.
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Na certeza de você me encontrar, é que parti por esta estrada a navegar.
Aqui e ali entre o desconcerto do dia e o descompasso das horas perambulando sem espera nem aviso. E, assim, indo e vindo realizo o que esperava o milagre o fizesse:
Descubro-te – levanta e vamos!
vamos!
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e nos levo a conhecer o que sendo evidente, mas perturbador,
ninguém se atrevia a querer um dia por a tona:
sábado, 1 de março de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Do incomodo que agente tem aqui dentro
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Cadência

Caiu uma estrela, viu ela no espaço todo o feitiço.
- Mas porque não dá; nunca dá o tempo um minuto pra pensar?
... pois que ela queria o desejo formular.
O presente tão sabido, mil dias ensaiado e tantas noites já querido,
Ah! ela bem o podia cantar, de cor e repente, de trás pra frente, sem mesmo sequer tico assim pestanejar.
Mas o susto a impedia, mover lábio ou abrir voz.
Entendia aí, por isso, não podia em reboliço, pio fluir e avançar...
não havia já audácia, nem qualquer furor e empáfia, a um de seus nós desenrolar.
Era o susto do encanto que a tomava sem perdão,
Desenganava e torturava, pelo despudor do espanto, a calando em puro não.
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domingo, 6 de janeiro de 2008
...
sem tempo sem tempo sem tempo sem,
com tempo pra tudo fazer.
olhando cair a tarde até o anoitecer,
esperando raiar o dia e depois ainda ser.
até chegar o sol a pino,
até passar do meio dia,
até a chuva e o arco-íris,
até depois do entardecer.
Sem graça eu rio,
Sem dor eu choro,
Do ar engasgo,
No estar eu moro.
E sem ficar eu vou ficando.
Sem querer eu vou andando.
Sem te ver, te esperando.
até amanhã!
e ai sim,
muito a fazer,
e aí sim,
te ver me olhando.
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