Desesperadamente, não há no que insistir. O óbvio é dolorido, mas já não se camufla. O descompasso, a ausência e a incomunicabilidade persistem. São o modus operanti. Tristeza crescente. Imensa.
11.11.
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
sábado, 29 de setembro de 2018
sábado, 2 de dezembro de 2017
Angústia que me corrói a alma. O desejo desse nós que se fez quimera e se desfaz pouco a pouco em outras, pingas e pó. A tua ausência e tua incomunicabilidade. A minha desnecessária e tão incomoda companhia em tua vida.
Angústia que corrói saber que minha ausência e meu silêncio se passam tão despercebidos por ti.
Se não mais me desejas, que de uma vez por todas me abandone.
Não se pode mais continuar assim...
Angústia que corrói saber que minha ausência e meu silêncio se passam tão despercebidos por ti.
Se não mais me desejas, que de uma vez por todas me abandone.
Não se pode mais continuar assim...
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
sábado, 26 de agosto de 2017
Em farsa ou tragédia...
E todo aquele sentimento que já era passado se refaz presente.
Tudo de novo; o que ela achou que não iria mais sentir, o que ela entendia que a vida lhe pouparia. Mas não. Viver é muito perigoso. As certezas são apenas doces ilusões de um dia bom. E tudo flui. E as certezas se revelam erros. Os desejos, enganos. As dúvidas, palpites certeiros. E todo aquele sentir trágico novamente se faz no agora e, não poderia não ser, muito mais intensamente a domina. Essa dor de tantas dúvidas, essa saudade que em breve - ela pressente - a invadirá. Tanta angústia que o desprezo carrega. Tanto mais é a angústia que faz o remoer de tanto desamor.
E ele o que deverás sente? Quem desmistifica os anseios e desejos que ele carrega em seu coração? Quem és? Se se perde ou se se acha nesse turbilhão da vida em curso, ora lento, agora veloz, sempre em movimento de quase pausa. Ela não sabe. Não sabe nem de si, que dirá dele.
Tudo de novo; o que ela achou que não iria mais sentir, o que ela entendia que a vida lhe pouparia. Mas não. Viver é muito perigoso. As certezas são apenas doces ilusões de um dia bom. E tudo flui. E as certezas se revelam erros. Os desejos, enganos. As dúvidas, palpites certeiros. E todo aquele sentir trágico novamente se faz no agora e, não poderia não ser, muito mais intensamente a domina. Essa dor de tantas dúvidas, essa saudade que em breve - ela pressente - a invadirá. Tanta angústia que o desprezo carrega. Tanto mais é a angústia que faz o remoer de tanto desamor.
E ele o que deverás sente? Quem desmistifica os anseios e desejos que ele carrega em seu coração? Quem és? Se se perde ou se se acha nesse turbilhão da vida em curso, ora lento, agora veloz, sempre em movimento de quase pausa. Ela não sabe. Não sabe nem de si, que dirá dele.
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